


Exilada
Vivo num voluntário exílio!
Cancei de viver de mordaças
Circunspecta em espaços obscuros
Inúteis, absurdos e inexplicáveis!
Cancei de me ocultar em couraças
Num mundo de ideais irrealizáveis.
Me cancei duma roupagem
Revestida de linhagem
Tentando esquecer o que sofri.
Respirei por todos os poros
- as dores -
Das feridas que me fizeram
Com as facas que me jogaram.
Não lamento o que vivi!
Mas grito ao tempo o meu silêncio
Carregando uma miragem
A poesia é uma imagem
Daquilo que construí.
(Anna D´Castro)
Beijosss
Sheila
Oi gente..
O template do meu blog estava com problemas, e enquanto
o novo não fica pronto, coloquei o antigo...rs
Estou ausente por alguns motivos pessoais, mais aos poucos
tô voltando...
Deixo um poema que eu adoro....

Expectativas
Agora tenho data as perguntas e dúvidas convocadas são formas de nascer no nascido tenho ficado em suspense espero tudo e já não espero nada sei que não sou o mesmo e quando enfim se abra a muralha a primeira lembrança entrará lentamente com cuidado infinito e com uma bengala branca
(Mario Benedetti)